Ewerton Azevedo's profileEwerton Kancka - Analist...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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December, 2007 Feliz 2008"Hoje não haverá promessas.
Chega de listas de boas intenções que não serão cumpridas. Nada de emagrecer, prometer arrumar o armário ou se organizar, ou parar de ser preguiçoso ou se exercitar. Para esse ano que se inicia, desejo algo realmente diferente, uma mudança de verdade. Por isso, lanço agora um desafio: a partir de amanhã, vamos começar a ser o que, há muito, sonhávamos ter sido. É hora de botar a alma (muito mais que a casa e o trabalho) em ordem. Fazer do presente o futuro que sempre sonhamos alcançar. Para começar, a partir de amanhã, contaremos com um novo ângulo de nós mesmos, descobrindo, a cada dia, as nossas mais importantes qualidades e seremos surpreendidos por nossa própria força. Destruiremos as dificuldades, diminuiremos - a nada - os motivos de tristeza. Nenhum obstáculo será tão alto a ponto de nos barrar. Se nos mantivermos do nosso lado, seremos um time formado por dois grandes aliados: Eu comigo mesmo. É preciso ouvir mais os ouvidos e fechar a boca. Prestar atenção ao que se ouve e tomar cuidado com o que se diz. Assim será possível manter a distância necessária de confusões, fofocas e mal-entendidos. Chega de arrependimentos. A partir de amanhã, devemos procurar ser sempre verdade e nos afastar de uma vez e para sempre de tudo aquilo que for fútil, inútil, superado. A partir de amanhã, nada será impossível. Ao meu lado, sou capaz de conquistar o mundo." Ewerton Azevedo December, 2007 Começa por ti
Tua natureza divina não foi feita para ser aprisionada à sombra do sofrimento, fora do alcance de Deus, e sim para expandir, crescer, para assim, reencontrar sua real função. " Para cultivar a sabedoria, é preciso força interior. Sem crescimento interno, é difícil conquistar a autoconfiança e a coragem necessárias. Sem elas, nossa vida se complica. O impossível torna-se possível com a força de vontade." (Dalai Lama). December, 2007 O quanto vale a exeriência?
A mente superficial que “experimenta” o exterior sem compreender o interior, o oculto, só Poe produzir conflito maior e mais amplo. A experiência não liberta ou enriquece a mente, como geralmente pensamos. Enquanto a experiência fortalecer o experimentador, haverá conflito. Tendo experiências, a mente condicionada apenas fortalece o seu condicionamento e, desse modo, perpetua a contradição e a desdita. Só a mente que é capaz da compreensão de todo o seu próprio mecanismo, pode experimentar ser um fator libertador. Uma vez percebidos e compreendidos os poderes e capacidades das numerosas camadas da mente oculta, poderão as particularidades ser examinadas judiciosa e inteligentemente. O importante é a compreensão da parte oculta, e não o mero preparo da mente superficial para a aquisição de conhecimentos, por necessários que sejam. Essa compreensão do oculto liberta a mente total do conflito, e só então há inteligência. Cumpre-nos despertar a capacidade plena da mente superficial que vive em diária atividade, e ao mesmo tempo compreender a mente oculta. Na compreensão do oculto há um viver total, na qual a autocontradição, com suas fases alternadas de sofrimento e felicidade, deixa de existir. É essencial estar-se familiarizado com a mente oculta e cônscio de seus movimentos; mas é igualmente importante não ficarmos ocupados com ela e atribuir-lhe indevida significação. É só quando a mente compreende o superficial e o oculto, que ela pode ultrapassar suas próprias limitações e descobrir aquela suprema e atemporal felicidade.
Perguntas e respostas? Pra que?Há algumas perguntas para responder e acho que seria bem proveitoso apurarmos o que se entende por “fazer uma pergunta” e o que se entende por “obter uma resposta”. Afinal de contas, existem respostas para as momentosas e fundamentais questões do amor, da vida, da morte, da existência futura? Só fazemos perguntas quando nos vemos confusos, não é verdade? Por conseguinte, as respostas, também, terão de ser confusas. Assim sendo, muito importa não ficarmos dependendo das respostas de outros, e examinarmos o problema diretamente, por nós mesmos. A dificuldade, pois, não está em fazer a pergunta ou obter a resposta, mas, sim, em ver o problema claramente. E quando há clareza, já não há necessidade de perguntas nem de respostas.
PERGUNTA: Nós, suecos, em geral não gostamos de aplicar-nos à solução dos problemas da vida tão só com a mente, deixando de lado as emoções. É possível resolver algum problema só com a mente ou só com as emoções?
KRISHNAMURTI: Achais tão fácil separar da mente as emoções? Ou queremos referir-nos, não às emoções, porém ao sentimento? Todos somos sentimentais - não é verdade? - e todos gostamos das respostas que nos dão um sentimento de satisfação, de segurança; mas isso, decerto, é uma maneira muito superficial de apreciar as coisas. Para a compreensão de qualquer problema, necessita-se de uma mente penetrante; e quando a mente está embotada por opiniões, juízos, tradições, temores, é incapaz de penetração. Não é só com a mente ou só com as emoções que se pode apreciar uma coisa de maneira completa; é com a totalidade do nosso ser. E isto é dificílimo: apreciar uma coisa totalmente, plenamente, livremente. Dificílimo considerarmos com todo o nosso ser o problema da morte, do amor, do sexo, etc. - porque estamos sempre construindo alguma resposta, crença ou teoria. Se a resposta nos agrada, aceitamo-la; se desagrada, rejeitamo-la. E nunca podemos apreciar um problema de maneira total, se nossa mente só está interessada numa resposta, buscando uma maneira de viver, uma segurança interior.
Os mais de nós estamos forcejando por compreender nossos problemas com a mente confusa; nós estamos confusos, embora, em geral, não queiramos admiti-lo. Quando um homem está confuso, todas as suas ações só poderão conduzi-lo a uma confusão, a uma angústia ainda maior. Se, portanto, nos interessa dissipar a confusão reinante no mundo, devemos, em primeiro lugar, descobrir e reconhecer, perante nós mesmos, que estamos confusos, completamente. Mas, ao percebermos nossa confusão, em geral desejamos atuar imediatamente contra ela, fazer alguma coisa para dissolvê-la, reformar-nos, alterar-nos - e isso só tem o efeito de acentuar a confusão. E é difícil em extremo determos essa estéril atividade, que representa uma mera fuga da realidade, de o que é. Só quando desistimos da fuga e, com a totalidade de nosso ser, enfrentamos o fato, que é nossa confusão, só então temos a possibilidade de dissolvê-la. Ninguém pode fazer isso em nosso lugar; temos de fazê-lo nós mesmos.
Krishnamurti - 1ª Conferência em Estocolmo 1956
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